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Recibos Verdes

Governo acaba com “calvário” nas faturas dos recibos verdes

Quando pedem uma fatura, recibos verdes vão poder indicar logo que aquela despesa faz parte da sua esfera pessoal ou profissional. Poupam, assim, horas na classificação de faturas, na entrega de IRS.

Os portugueses que passam recibos verdes vão poder indicar, no momento em que pedem uma fatura, se aquela despesa faz parte do seu âmbito pessoal ou profissional. Deixarão, assim, de ter de passar horas a classificar faturas, no momento da entrega anual de IRS, acabando-se com aquilo que o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, considerou “um calvário“. Esta é uma das medidas do pacote de simplificação fiscal, que foi aprovado esta quinta-feira em Conselho de Ministros.

“Hoje quem tem recibos verdes, e são centenas de milhares de portugueses, tem o calvário de ter de identificar as faturas em sede de IRS que foram de despesas de uso pessoal e as que foram de despesas de uso profissional. Com esta alteração, vamos permitir que quem tem recibos verdes, no momento que pede a fatura, identifique se essa fatura diz respeito a uma despesa de âmbito pessoal ou profissional“, explicou o responsável, em conferência de imprensa.

Segundo Miranda Sarmento, esta medida “vai permitir que não haja uma correria todos os anos dos contribuintes a terem de validar, muitas vezes, centenas de faturas para efeitos do seu IRS e da sua atividade profissional”, libertando-se, deste modo, “muitas horas de trabalho”.

E se o contribuinte indicar incorretamente o âmbito da fatura, poderá sempre, antes da entrega anual do IRS, corrigir a classificação, garantiu Miranda Sarmento.

Já quanto à implementação desta medida — o plano de simplificação fiscal, no seu todo, será aplicado ao longo de dois anos, tendo as várias medidas vários prazos de chegada ao terreno –, o ministro não indicou um momento em particular, tendo sublinhado que implicar “alterações significativas” nos procedimentos da Autoridade Tributária. “Esta é uma medida que demorará algum tempo“, declarou, assim.

Fonte: Eco.sapo.pt

(20/01/2025)

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